Rua XV de novembro, 695
Praça Santos Andrade - Prédio Histórico da UFPR
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Temporada Oficial 2007

Encartes

Coreografia:
CRISTIANE WOSNIAK
Iluminação:
LUIS TSCHANNERL
Cenotecnia:
PERCIVAL DOS REIS
Trilha Sonora:
CRISTIANE WOSNIAK
Gravação, Produção e Operação de Som:
CESAR SARTI
Figurino - concepção:
CRISTIANE WOSNIAK
Figurino - confecção:
AIDÊ M. G. SANTOS e WILMA C. BARBOSA
Design Gráfico:
WILSON M. VOITENA
Equipe Técnica Teatro da Reitoria:
PERCIVAL DO ROCIO REIS; LUIS TSCHANNERL,
FRANCISCO O. CARVALHO; ALESSANDRA ORCIUCH; JOSNEI PEREIRA;
JAIR CONSTANTINO DE OLIVEIRA.

Temporada no TEUNI
(Teatro Experimental da UFPR)
Prédio Central da UFPR
Praça Santos Andrade – 2º andar

Datas:
12, 13 e 14 de Abril
19, 20 e 21 de Abril
26, 27 e 28 de Abril
de quinta a sábado - 21h00

ENTRADA FRANCA

*Somente 70 lugares por noite. Retirada de convites com trinta minutos de antecedência.

 

TÉSSERA COMPANHIA DE DANÇA DA UFPR

Criada em 1981, a Companhia tem por objetivo desenvolver uma linguagem estética diferenciada que se fundamenta nos quatro princípios da contemporaneidade: o Movimento, o Espaço, o Tempo e a Forma. Além da preparação técnica e formativa, os bailarinos buscam na energia orgânica interpretativa os elementos que complementam a linguagem corporal e gestual. O trabalho coreográfico realizado na Companhia tem uma orientação concreta voltada para a pesquisa de novas possibilidades de movimento dentro de uma estética cênica simbolista.
A Téssera Companhia de Dança da UFPR, conquistou durante sua trajetória, além do reconhecimento, diversos prêmios nos mais importantes festivais de dança do Brasil. Internacionalmente, destaca-se a sua participação como grupo convidado da Bienal Internacional de Dança Contemporânea Universitária, na cidade de Lyon-França.


As concepções coreográficas da Téssera Companhia de Dança da UFPR, buscam trabalhar com a essência abstrata do movimento, imprimindo-lhe diferentes aspectos de significação e leitura: a coreografia é tratada como uma ‘obra aberta’. Partindo de diferentes idéias, roteiros ou simples imagens não-verbais, a obra em si privilegia o trabalho interdisciplinar, portanto, a estrutura sonora, o suporte cenográfico e o projeto de caracterização cênica têm importância fundamental no processo de criação. Privilegiando a pesquisa de movimentos, a experimentação e a encenação, o processo coreográfico torna o próprio bailarino sujeito e objeto da obra coreográfica: objeto enquanto veículo de uma provável mensagem, e, sujeito quando, ao envolver-se com os processos de significação, veracidade e emoção, torna-se ele mesmo, a própria mensagem.