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Temporada
Oficial 2007
Encartes
Coreografia:
CRISTIANE WOSNIAK
Iluminação:
LUIS TSCHANNERL
Cenotecnia:
PERCIVAL DOS REIS
Trilha Sonora:
CRISTIANE WOSNIAK
Gravação, Produção e Operação
de Som:
CESAR SARTI
Figurino - concepção:
CRISTIANE WOSNIAK
Figurino - confecção:
AIDÊ M. G. SANTOS e WILMA C.
BARBOSA
Design Gráfico:
WILSON M. VOITENA
Equipe Técnica Teatro da Reitoria:
PERCIVAL DO ROCIO REIS; LUIS TSCHANNERL,
FRANCISCO O. CARVALHO; ALESSANDRA ORCIUCH; JOSNEI PEREIRA;
JAIR CONSTANTINO DE OLIVEIRA.
Temporada
no TEUNI
(Teatro Experimental da UFPR)
Prédio Central da UFPR
Praça Santos Andrade – 2º andar
Datas:
12, 13 e 14 de Abril
19, 20 e 21 de Abril
26, 27 e 28 de Abril
de quinta a sábado - 21h00
ENTRADA
FRANCA
*Somente
70 lugares por noite. Retirada de convites com trinta minutos
de antecedência.
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TÉSSERA
COMPANHIA DE DANÇA DA UFPR
Criada
em 1981, a Companhia tem por objetivo desenvolver uma linguagem
estética diferenciada que se fundamenta nos quatro princípios
da contemporaneidade: o Movimento, o Espaço, o Tempo e a
Forma. Além da preparação técnica e
formativa, os bailarinos buscam na energia orgânica interpretativa
os elementos que complementam a linguagem corporal e gestual. O
trabalho coreográfico realizado na Companhia tem uma orientação
concreta voltada para a pesquisa de novas possibilidades de movimento
dentro de uma estética cênica simbolista.
A Téssera Companhia de Dança da UFPR, conquistou durante
sua trajetória, além do reconhecimento, diversos prêmios
nos mais importantes festivais de dança do Brasil. Internacionalmente,
destaca-se a sua participação como grupo convidado
da Bienal Internacional de Dança Contemporânea Universitária,
na cidade de Lyon-França.
As concepções coreográficas da Téssera
Companhia de Dança da UFPR, buscam trabalhar com a essência
abstrata do movimento, imprimindo-lhe diferentes aspectos de significação
e leitura: a coreografia é tratada como uma ‘obra aberta’.
Partindo de diferentes idéias, roteiros ou simples imagens
não-verbais, a obra em si privilegia o trabalho interdisciplinar,
portanto, a estrutura sonora, o suporte cenográfico e o projeto
de caracterização cênica têm importância
fundamental no processo de criação. Privilegiando
a pesquisa de movimentos, a experimentação e a encenação,
o processo coreográfico torna o próprio bailarino
sujeito e objeto da obra coreográfica: objeto enquanto veículo
de uma provável mensagem, e, sujeito quando, ao envolver-se
com os processos de significação, veracidade e emoção,
torna-se ele mesmo, a própria mensagem.
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